Mustafah Dhada
Posts com a etiqueta Mustafah Dhada
Arquivo
Autor
- administrador
- adrianabarbosa
- Alícia Gaspar
- arimildesoares
- camillediard
- candela
- catarinasanto
- claudiar
- cristinasalvador
- franciscabagulho
- guilhermecartaxo
- herminiobovino
- joanapereira
- joanapires
- keitamayanda
- luisestevao
- mariadias
- marialuz
- mariana
- marianapinho
- mariapicarra
- mariaprata
- martacacador
- martalanca
- martamestre
- nadinesiegert
- Nélida Brito
- NilzangelaSouza
- otavioraposo
- raul f. curvelo
- ritadamasio
- samirapereira
- Victor Hugo Lopes
Data
- Outubro 2026
- Setembro 2026
- Agosto 2026
- Julho 2026
- Junho 2026
- Maio 2026
- Abril 2026
- Março 2026
- Fevereiro 2026
- Janeiro 2026
- Dezembro 2025
- Novembro 2025
Etiquetas
- A Experiência Afro-Brasileira na Tela
- all power to the people
- Cacém
- casa fernando pessoa
- centro de estudos comparativistas
- dário paraíso
- Deserto do Namibe
- drama
- exposição individual
- herbário anticolonial
- Kamal Aljafari
- memórias de servidão
- pré-história
- PREC
- Rosinha e outros bichos do mato
- Samba Chula de S. Braz
- teatro moçambicano
- transatlantic trade of enslaved people
- txon
- Zen-Funk
Mais lidos
- Trace
- Começa hoje a Festa do Cinema Francês
- Conferência & Homenagem a Christine Messiant
- Conferências e Conversas Para Além do Apocalipse: À Procura de Respostas por Álvaro Vasconcelos
- “Meu nome António”, exposição de fotografia dedicada a António Variações no Centro Cultural das Caldas da Rainha
- Funaná, African avatar in a pluralistic Cape Verde
- NA MARÉ, de César Schofield Cardoso no CNAD
- Ájax de Sófocles
- Luis Firmino e Banda
- Agadá regressa a Lisboa: dança, música e saberes da diáspora africana
«Na manhã de 16 de Dezembro de 1972, tropas coloniais portuguesas reuniram os habitantes de Wiriamu, incluindo mulheres e crianças, no largo principal da povoação e ordenaram-lhes que batessem palmas e que cantassem para se despedirem da vida. Em seguida, os soldados abriram fogo. Os que escaparam às balas foram mortos por granadas. Incitados pelo brado “Matem-nos a todos”, os militares levaram o morticínio a quatro povoações vizinhas ao longo do Rio Zambeze, onde o território de Moçambique se estende para o Zimbabué (Rodésia, à data dos acontecimentos), a Zâmbia e o Malawi — uma região designada pelos missionários católicos como ‘a terra esquecida por Deus’. No final do dia, perto de 400 aldeãos tinham sido mortos, e os seus corpos eram lentamente consumidos pelas chamas em piras funerárias ateadas pelos soldados com o capim que cobria as palhotas.» — Peter Pringle, Prefácio 