Chão comum

Chão comum De tanto ser invocado no discurso político, o «chão comum» parece uma evidência. Mas quem cabe nele e quem fica de fora? Entre a promessa de consenso e as práticas de partilha, há diferenças decisivas. Das reflexões de Silvia Federici e José Castiano às hortas urbanas, às redes de cuidado e aos espaços culturais independentes, interessa-me pensar o comum como algo que fazemos juntos: uma construção inacabada, atravessada por conflitos, responsabilidades e relações de interdependência. Um chão que só existe enquanto houver quem o faça.

Mukanda

11.10.2026 | por Marta Lança

Moçambique: por uma terceira via?

Moçambique: por uma terceira via? O status quo nos leva a pensar que não estamos a ser capazes de resolver os nossos problemas. Nem capazes de materializar a justiça social nem permitir a efectivação das liberdades. Neste contexto, a proposta de imaginarmos uma terceira via faz todo sentido. E nessa festa da imaginação, noutro livro, Mondlane, regresso ao futuro, Severino Ngoenha propõe o resgate do pensamento da figura considerada Arquitecto da Unidade Nacional, entre as possibilidades existentes. E porquê não, para uma terceira via?

A ler

28.12.2023 | por Leonel Matusse Jr.