Estão abertas inscrições para o Doc’s Kingdom – Seminário Internacional de Cinema Documental, a decorrer entre 13 e 18 de Novembro 2026, em Odemira!

Sob o título “Subcorrentes, conjurações” (Undercurrents, counterspells), o programa contará com as obras e a presença de cineastas como Oraib Toukan, Camilo Restrepo, Mohamed Soueid, Marta Popivoda, Annalisa D. Quagliata Blanco, Sílvia das Fadas e ainda filmes do cineasta português José Álvaro Morais (1943-2004), entre outros.
A cada ano, o seminário reúne em Odemira mais de uma centena de participantes oriundos de diversas partes do mundo. Ao longo de seis dias, os participantes inscritos seguem a totalidade do programa, que inclui também uma exposição, uma caminhada, refeições partilhadas e servidas pela cooperativa Regenerativa (São Luís), bem como momentos de festa e de convívio.
As inscrições para o Doc’s Kingdom 2026 estão abertas a qualquer pessoa, até ser atingido o limite de capacidade do seminário. Existem descontos para residentes em Odemira, estudantes em Portugal, sócios da Apordoc e da MUTIM, entre outros. 
Para mais informações sobre o programa e o processo de inscrição, ver aqui. 

23.10.2026 | by martalanca | Doc’s Kingdom

28 de outubro | Território comum — III Encontro Perspetivas Feministas na Investigação

No próximo dia 28 de outubro, a partir das 14h00, encontramo-nos na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, para o primeiro momento do III Encontro Perspetivas Feministas na Investigação, dedicado ao tema “Território comum: investigação, arte e ação coletiva”.

Queremos conversar sobre as relações entre universidade, sociedade civil, criação artística e ativismos: que saberes colocamos em comum? Que tensões atravessam esses encontros? E que possibilidades de escuta e colaboração podemos construir?

O programa reúne um percurso pela cidade com Kai Fernandes, uma mesa de diálogo com Movimento de Mulheres Olga Benário Internacional, Clara Sefair e A Coletiva, e a performance Land of the Brave, de Rebecca Moradalizadeh. Terminamos com o lançamento do grupo Perspetivas Feministas e um momento de celebração.

Programa

14h00 — Abertura
Átrio do Pavilhão Sul, com a organização do encontro.

14h30 — African Heritage and Colonial Roots Tour
Arte, território e mediação, com Kai Fernandes.

16h30 — Coffee break

17h00 — Mesa de diálogo - Sala 42 Pav. Sul
Universidade e sociedade civil: tensões, escuta e possibilidades de colaboração.
Com Movimento de Mulheres Olga Benário Internacional, Clara Sefair e A Coletiva.

18h30 — Land of the Brave
Performance de Rebecca Moradalizadeh, seguida de conversa com o público.

19h30 — Lançamento do grupo e celebração

A participação é gratuita e a inscrição é facultativa, mas ajuda-nos a preparar o acolhimento. Podem consultar o programa e inscrever-se aqui: [Inscrições].

Podem juntar-se a nós durante toda a tarde ou apenas nos momentos em que tenham disponibilidade. Será um gosto contar com a vossa presença e agradecemos a partilha deste convite com outras pessoas interessadas.

21.10.2026 | by martalanca | feministas, investigação

50ª Mostra de São Paulo exibe documentário sobre Squel Jorgea nesta quinta (22)

Com reprise na segunda (26), filme de Celina Torrealba e Zeca Brito acompanha porta-bandeira da Mangueira e Portela em seu retorno à avenida após a maternidade

 Donna Features Donna Features

Após se aposentar em 2022, Squel Jorgea decide voltar ao Carnaval do Rio. Porta-bandeira por mais de 20 anos, ela foi a primeira a representar tanto a Mangueira quanto a Portela. De volta após a maternidade solo, reencontra o corpo, o gesto e a força que a tornaram referência. Na avenida, dança o enredo de Um Defeito de Cor, a resposta de um filho à carta de sua mãe escravizada, história que ecoa sua trajetória. Entre o silêncio e o tambor, sua dança se transforma em rito, resistência e celebração da cultura afro-brasileira.

Esta é a premissa de “Squel, Confissões de uma porta-bandeira”, de Celina Torrealba e Zeca Brito, longa que ganha sua première paulista nesta quinta-feira (22), às 21h30min, no Espaço Petrobrás de Cinema, Sala 1, na programação da 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. O filme será reprisado na segunda, 26 de outubro, às 18h30min, no Cinesystem Belas Artes Frei Caneca 2. O filme participa da Mostra Brasil.

A produção é assinada pela Donna Features, com coprodução da Anti Filmes. Celina e Zeca também dividem créditos de roteiro, produção e fotografia. O filme tem previsão de lançamento marcada para 2027. “Squel” teve sua primeira exibição no Festival do Rio.

“É um momento muito importante para mim. Minha ficha ainda não caiu, meu coração está apertadíssimo”, conta Squel Jorgea. Para ela, se tornar protagonista de um filme ganha um significado ainda maior quando lembra sua carreira desde a infância, na Baixada Fluminense. “Para aquela menina que começou em uma escolinha de mestre-sala e porta-bandeira para crianças, ver hoje essa mulher sambista, negra, artista e popular ocupando esse espaço em um mundo ainda tão machista é uma conquista muito grande”, complementa.

A produção nasceu da admiração dos cineastas por Squel. Ela já estava aposentada da Mangueira quando as gravações começaram, mas o longa ganhou novos contornos após a sambista receber um convite da Portela. A porta-bandeira, aos 40 anos, precisou então se reinventar, depois de ter feito o que o Carnaval muitas vezes não permite: ser mãe. A festa popular coloca a mulher em evidência na avenida, mas, no dia seguinte, nem sempre garante a ela o sustento. Squel conhece essa realidade como poucas.

Entre intermináveis ensaios e preparações, o documentário também acompanha os bastidores que antecedem as sempre aguardadas performances de Squel na Marquês de Sapucaí. “Entendi ali que o que emociona é resultado de um esforço enorme, que acontece longe dos olhos do público”, relembra Celina Torrealba. A experiência também aproximou a equipe do universo da sambista: “Foi um privilégio acompanhar a Squel nos bastidores e entrar no seu universo”. A produção do documentário durou cerca de quatro anos.

“Squel é uma das maiores artistas nascidas no Brasil. Ela é a personificação da cultura popular brasileira, da sofisticada linguagem do bailado carnavalesco, resultando de muitos conhecimentos e ancestralidades”, destaca Zeca Brito. “Apresentamos o processo de criação dessa artista, em uma narrativa muito direta, onde ela revisita sua história enquanto se prepara para um próximo grande desafio. É um filme de superação e autoconhecimento”, resume.

Serviço

“Squel, Confissões de uma porta-bandeira” (2026)

50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, Mostra Brasil

Première: dia 22 de outubro, quinta-feira, às 21h30min, no Espaço Petrobrás de Cinema, Sala 1 (Rua Augusta, 1.475)

Reprise: dia 26 de outubro, segunda-feira, às 18h30min, no Cinesystem Belas Artes Frei Caneca 2 (Shopping Frei Caneca - Rua Frei Caneca, 569)

Brasil | Documentário | 85 min | Cor

Instagram: @donnafeatures

 

Ficha Técnica

Direção: Celina Torrealba e Zeca Brito 

Produtores: Sergio Carpi, Celina Torrealba, Frederico Ruas, Zeca Brito, Suzana Villas Boas e Squel Jorgea

Produção: Donna Features

Coprodução: Anti Filmes

Montagem: Jardel Machado Hermes 

Roteiro: Celina Torrealba, Zeca Brito, Jardel Machado Hermes e Renato Dornelles

Direção de Fotografia: Celina Torrealba, Zeca Brito, Bruno Polidoro e Érica Rocha

Música Original: Fernando Aranha e Guga Bruno 

Colorista: Marina Cotrim

Design de Som: Fernando Aranha

Mixagem: Bernardo Adeodato

Personagens: Squel Jorgea, Marluce Medeiros Paz e Marlon Lamar

–

Patrícia Rabello (11) 98196-9290

20.10.2026 | by martalanca | Carnaval

MEMÓRIA E REPARAÇÃO~ perspectivas anticoloniais e decoloniais

O colonialismo não é um capítulo encerrado da História, mas uma relação de poder que continua a organizar vidas, territórios e imaginários, e que exige ser combatida. Procuramos compreender como essas relações se inscrevem no presente e como podem ser confrontadas e resistidas.Esta programação parte da necessidade de recusar narrativas que impõem uma perspectiva europeia e de olhar criticamente para o colonialismo, as suas permanências e reconfigurações. Memória e Reparação reúne filmes que abordam situações concretas de violência colonial e as resistências que lhes fazem frente, interrogando as formas como essa violência foi registada e representada, a apropriação do património e dos territórios, bem como o racismo, o apartheid e as estruturas que os sustentam. Estas questões cruzam-se com a intimidade, a pertença e o cuidado, enquanto a imaginação de outros futuros abre espaço à possibilidade de construir para além das estruturas existentes.No último encontro, a conversa traz estes assuntos para o presente que partilhamos, reunindo cineastas, colectivos e associações para pôr em comum perspectivas, práticas e modos de organização a partir dos seus bairros e comunidades de proximidade.

instagram

 

 

16.10.2026 | by martalanca | cinema na Mula. reparação, memória

3º ANIVERSÁRIO MAC/CCB 23.10 — 25.10.26

O MAC/CCB celebra o seu 3.º aniversário de 23 a 25 de outubro, com entrada livre. Inauguramos a exposição Here I Stand, de Ângela Ferreira, e na praça instala-se a sua obra de grandes dimensões Zip Zap Circus School, que será ativada pela Escola de Circo do Chapitô.
A noite de sexta-feira completa-se com o DJ set de Party Smith, e, no sábado, há um concerto do «Ciclo de Música Discreta» com Nkisi e Gonçalo F. Cardoso / Gonzo, além de conversas em torno da exposição de Frida Orupabo, visitas guiadas e a intervenção de António Guerreiro numa palestra.
A Sala Lúdica espera pelos mais pequenos, e aproveitamos a ocasião para apresentar os últimos catálogos publicados, dedicados às exposições Olhos Múltiplos, Terra Crua, Cloud of Confusion e «May I Help You? Posso Ajudar?» Artes e Artistas da década de 1970 em diante. 


23.10.26
18h00 Conversa com Ângela Ferreira e Nuria Enguita, Auditório MAC/CCB
19h00 Inauguração da exposição Ângela Ferreira. Here I Stand, Piso 0
19h30 Performance na Zip Zap Circus School, de Ângela Ferreira, por alunos da Escola de Circo do Chapitô na Praça CCB
20h00 DJ SET Party Smith, Piso 0
24.10.26
11:30, 12:00, 12:30, 14:30, 17:00 e 17:30

Visitas Breves de 30 minutos às coleções do MAC/CCB, pela equipa de Educação e Mediação.
15h00 Piso - 1
Visita/Conversa com a curadora Marta Mestre, o Coletivo FACA (Andreia Coutinho e Maribel Mendes Sobreira) e Ícaro Lira, no contexto da exposição Frida Orupabo. Cloud Of Confusion
15h00
Forma encontra cor! Atividade em família, para crianças entre os 6 e os 12 anos, pela equipa de Educação e Mediação. Ponto de encontro: receção do museu.
17h00 Piso - 1
Nkisi e Gonçalo F. Cardoso / Gonzo em “Ciclo de Música Discreta”
18h00 Praça MAC/CCB
Performance na Zip Zap Circus School, de Ângela Ferreira, por alunos da Escola de Circo do Chapitô na Praça CCB
25.10.26
11h00
Cozinh’arte. Atividade em família, para crianças entre os 2 e os 5 anos, pela equipa de Educação e Mediação. Ponto de encontro: receção do museu.
11:30, 12:00, 12:30, 14:30, 17:00 e 17:30

Visitas Breves de 30 minutos às coleções do MAC/CCB, pela equipa de Educação e Mediação
15h00 Piso 0
Visita/Conversa com Ângela Ferreira e Nuria Enguita
16h00 Auditório MAC/CCB
Apresentação dos catálogos lançados em 2026: Terra Crua, Olhos Múltiplos, Cloud of Confusion e «May I Help You? Posso Ajudar?» Artes e Artistas da década de 1970 em diante
17h00 Auditório MAC/CCB
A tentação da legibilidade: a dimensão crítica da arte face ao conformismo temático
. Palestra de António Guerreiro com apresentação de Nuria Enguita

15.10.2026 | by martalanca | arte contemporânea, MAC/CCB

Zonas de Contacto

Uma viagem. Uma caminhada. Uma conversa. Apareçam e juntem-se a nós.
Encontro no Metro de Entrecampos às 14h30 (tolerância até às 14h45). Iniciamos com uma viagem de metro até Senhor Roubado/Odivelas onde iremos visitar e pensar os limites da chamada “periferia urbana” da cidade de Lisboa, suas indústrias em ruínas e as mobilidades pendulares da “cidade dormitório” e faremos uma conversa com a artista visual paula roush, com Andrea Pavoni dos estudos urbanos e com o antropólogo António Pusceddu que trabalha com contextos industriais no campo da Ecologia Política… 
Esta iniciativa enquadra-se também em uma aula aberta da disciplina de Antropologia e Imagem do 3º ano da Licenciatura de Antropologia do ISCTE que coordeno com meus colegas Filipe Reis e Marcia Mansur.
Tragam auriculares e o telefone com bateria, chapéu de sol ou de chuva conforme o dia se apresente, sapatos confortáveis e passe social ou cartão navegante para a viagem de Metro, e um lanchinho se quiserem e pelas 17h terminamos… até lá. E divulguem entre os amigues…
Paulo Raposo

14.10.2026 | by martalanca | periferia, Zonas de Contacto

Lançamento livro "Alda Espírito Santo" - 16 out CCCV

A presente coletânea organiza-se em quatro partes temáticas que procuram acompanhar os diferentes modos através dos quais a escrita de Alda Espírito Santo se tornou espaço de consciência histórica, de imaginação política, de memória coletiva e de reinvenção afetiva da pátria. Mais do que uma simples reunião de estudos dispersos, o volume constrói um percurso crítico que vai da emergência da literatura como linguagem da libertação às problemáticas da condição feminina, da subalternidade, da ancestralidade, da memória e das tensões do pós-independência, culminando numa reflexão sobre a dimensão performativa da palavra.

A primeira parte, Palavra, Nação e Consciência Anticolonial, reúne os ensaios que regressam ao momento matricial em que a literatura se tornou, nos espaços africanos sob domínio português, um dispositivo de consciência e de luta.

A segunda parte, Mulheres e Linguagens da Resistência, agrupando ensaios que problematizam as relações entre género, colonialismo, raça, desloca o foco para as relações entre colonialismo, patriarcado, violência e experiência feminina.

A terceira parte, Memória, Ancestralidade e Pós-Independência, reúne os ensaios que interrogam as permanências da memória, as heranças ancestrais e os desencantos do tempo pós-colonial.

A quarta parte, Linguagem, Emoção e Reinvenção da Pátria, culmina com dois ensaios que, na verdade, deveriam introduzir a dimensão performativa da poesia.

(Inocência Mata)

 

AUTORES DOS ENSAIOS

Amarino Oliveira de Queiroz

Ana Maria Teixeira da Rocha

Augusto Nascimento

Carmen Lúcia Tindó Secco

Clariane Crippa e

Pires Laranjeira

Érica Antunes Pereira

Inocência Mata

Jurema Oliveira

Laura Cavalcante Padilha

Noemi Alfieri

Paulo Sérgio Gonçalves

Tânia Lima

Thaíse de Santana Santos

14.10.2026 | by martalanca | Alda Espírito Santo

Kafuka African Film Festival 2026 celebra Amílcar Cabral e cinema africano em Cabo Verde

A segunda edição do festival decorre de 15 a 18 de outubro no TeckPark, na cidade da Praia. O evento vai trazer à cidade realizadores de diferentes países, filmes presentes em grandes festivais internacionais, conversas, masterclasses, workshops, encontros entre profissionais do cinema e uma programação dedicada a crianças e adolescentes. Promovido pelo Kuletivu Nhanha, o festival este ano celebra o pensamento e legado de Amílcar Cabral, que está refletido na sua programação. 

A sessão de abertura, no dia 15 outubro, será marcada pela exibição de “Amílcar”, filme do realizador espanhol Miguel Eek, que estará presente no festival para uma conversa com o público.  A programação integra ainda filmes como “Nós, Povo das Ilhas”, “Time to Change” e “Afrikki”, propondo diferentes reflexões alusivas ao pensamento de Cabral. Está ainda prevista uma masterclass dedicada à presença de Amílcar Cabral no cinema de Flora Gomes, dinamizada pela investigadora Jusciele Oliveira.

O festival contará com a presença de outros realizadores e profissionais do cinema africano e da diáspora, em sessões de conversa com o público e atividades de formação. Entre os convidados de destaque está a conceituada realizadora e produtora senegalesa Angèle Diabang, que irá presidir ao júri do Kafuka 2026. A cineasta, que este ano integrou o júri do Festival de Cannes, vai apresentar no festival o seu filme “Une Si Longue Lettre”, que será exibido no dia 17 de outubro, seguido de uma sessão de perguntas e respostas com a realizadora. 

Uma outra convidada de destaque é a realizadora ugandesa Patiente Nitumwesiga, autora de “The Woman who Poked the Leopard”, obra que aborda questões particularmente sensíveis da realidade política e social do Uganda. O filme estará em exibição no dia 17 de outubro. 

Para além das sessões de cinema, o Kafuka 2026 terá uma componente de formação e de desenvolvimento profissional. O programa inclui o mini-curso “Cinemas Africanos: Histórias, Estéticas e Políticas”, em parceria com a Universidade de Cabo Verde, masterclasses sobre crítica de cinema e cinema africano, conversas abertas e o encontro de profissionais onde decorrerá também o lançamento da plataforma REDE Cinema e Audiovisual PALOP+TL. Prevê-se ainda um Cine-Jantar na residência da Embaixada do Brasil com a exibição do filme “Cadernos Negros”, seguido de um cocktail e de uma conversa com o realizador Joel Zito Araújo. 

A programação de 2026 reforça a secção dedicada ao público infantil, o Kafukinha, que decorre de 17 a 18 de outubro, com uma seleção de filmes de Cabo Verde, Angola, Moçambique, Costa do Marfim e Brasil. As sessões serão acompanhadas por atividades de animação e workshops sobre reciclagem e Stop Motion. É com os olhos postos na futura inclusão de uma secção dedicada exclusivamente ao publico adolescente, o KafukaTeen, que este ano decorrerá durante o Kafukinha a entrega de prémios e a primeira exibição pública dos filmes desenvolvidos no âmbito do programa Filma Cabo Verde.

A programação do evento será complementada com duas exposições, uma de pintura pelo artista Joel Monteiro, e uma de fotografia pela artista Keila Fernandes, reforçando a ligação do Kafuka a outras expressões artísticas para além do cinema. 

O Kafuka conta com importantes parcerias nacionais e internacionais, incluindo Embaixada de França no Senegal, Instituto Guimarães Rosa, Embaixada do Brasil em Cabo Verde, EME, Tecnicil Indústria, Teck Park Cabo Verde, Hotel Praiamar do Grupo Oásis e Praiano Apart Hotel, .

O programa completo do Kafuka 2026 está disponível no site https://kafuka.cv/programacao e nas páginas oficiais do festival no Facebook e Instagram. 

 

Sobre o Kafuka African Film Festival

O Kafuka African Film Festival foi criado com a ambição de iluminar, através do cinema, a diversidade de narrativas africanas, promover o intercâmbio cultural entre diferentes países e comunidades, com foco em Cabo Verde, África e diáspora, e contribuir para o desenvolvimento de um ecossistema cinematográfico em Cabo Verde.

O próprio nome Kafuka remete para um utensílio doméstico tradicional utilizado em Cabo Verde quando o acesso à eletricidade era limitado. Esta referência associa-se à ideia de luz, esperança, resiliência e à própria importância da luz na criação cinematográfica. 

O festival é promovido pelo Kuletivu Nhanha, dedicado à promoção das mulheres cabo-verdianas no cinema e no audiovisual. 

Contactos  Ilda Fortes (Kuletivu Nhanha): + 238 5921755 (WhatsApp)  Email: kafukaffcv@gmail.com 

Redes Sociais:  Facebook - KAFF -Kafuka African Film Festival  https://www.facebook.com/kafukaffcv/;  Instagram – Kafukaffcv 

14.10.2026 | by martalanca | Kafuka African Film

Institute of Radical Imagination | RAIO DA RAIA! Una topia em curso

20 a 24 de outubro de 2026 Aberto ao público

Locais: Pó de Vir a Ser e Sociedade Harmonia Eborense

Organização: Pó de Vir a Ser e Institute of Radical Imagination

Moradas:

  • Pó de Vir a Ser – Rua de Machede, 58, 7000-864 Évora
  • Sociedade Harmonia Eborense – Praça do Giraldo, 72, 7000-508

“Paz, trabalho e pão” Catarina Eufémia

RAIO DA RAIA!— una topia em curso é um encontro de cinco dias organizado conjuntamente pelo Institute of Radical Imagination (IRI) e pela Pó de Vir a Ser, com a colaboração da Sociedade Harmonia Eborense (SHÉ), em Évora. Concebido como parte de uma relação de continuidade, procura criar as condições para uma leitura partilhada do presente a partir das coordenadas específicas e situadas deste encontro: Évora, 2026, num momento marcado pela aceleração da radicalização política e pela ascensão da extrema-direita, a par da intensificação das alterações climáticas.

O encontro propõe-se interrogar este momento e estas coordenadas através de quatro linhas de investigação interligadas: 1) ecologia, cultura e território; 2) revolução / transição e Intervenção, fazendo eco das diferentes experiências da Revolução Portuguesa e da Transição Espanhola; 3) imaginação transfronteiriça para alianças político-artísticas; e 4) o espaço público enquanto comum: pensar a escultura e a (não-)monumentalidade para a justiça social.

Ao longo da semana, trabalhadores da cultura, ativistas e habitantes dos territórios da fronteira irão explorar formas de se organizarem com — e pela — arte nestes tempos incertos. Raio da Raia procura abrir espaço para a criação de alianças internacionalistas, tecendo ligações entre territórios e propondo modos coletivos de agir fundados numa imaginação radical. Com uma estrutura que se vai auto-organizando em tempo real, o encontro segue por vezes partituras que propõem inflexões coletivas: assembleias e conversas, projeções, oficinas e momentos de criação coletiva.

O título do encontro – Raio da Raia – parte da ambiguidade semântica de raia que tanto designa zona de fronteira, (e, em particular, a fronteira luso-espanhola); como da interjeição pejorativa “Raios!”; sendo que, quando ouvida em conjunto, a expressão “a raia” pode deslizar para “arraia”, palavra antiga para designar “o povo” ou “a gente comum”.  O encontro situa-se, assim, na raia, ou seja, na fronteira, para a poder ultrapassar – interrogando como, e a quem, servem as suas lógicas produtivas, mas sobretudo abrindo espaço para outras formas de sentir, fabular e imaginar o mundo para além das fronteiras, raias, e divisões (entre países, classes, espécies,..).

PROGRAMA COMPLETO

21 DE OUTUBRO – Sociedade Harmonia Eborense

16:00–18:00 · Assembleia sobre Revolução / Transição / Intervenção

Uma assembleia pública que explora os movimentos culturais documentados pela revista portuguesa Intervenção, com a participação de Ana Bigotte Vieira, Pedro Cerejo e Airton Monteiro.

20:00–22:30 · Projeção de filme – Pó de Vir a Ser

Informe general sobre algunas cuestiones de interés para una proyección pública
Pere Portabella, 1976 · 149 min.

Filmado nos meses que se seguiram à morte de Franco, este testemunho incontornável coloca uma única questão — como passar da ditadura a um Estado de direito — e deixa que partidos, sindicatos, juristas, militantes e assembleias de fábrica lhe respondam. Portabella entrelaça longas discussões, ensaios e cenas de rua numa vasta cartografia ensaística da Transição espanhola, na qual a experimentação formal e o debate político são indissociáveis. O filme permanece hoje simultaneamente como uma radiografia de um momento fundador e uma reflexão sobre os limites da própria representação.

Esta projeção integra o núcleo do IRI da Acció Portabella, uma iniciativa que celebra o centenário do cineasta catalão Pere Portabella.

22 DE OUTUBRO

16:00–18:00 · Escultura e (não-)monumentalidade para uma topia por vir – Sociedade Harmonia Eborense

Assembleia com intervenções de Pedro Fazenda (Pó), Clara Montoya, Theo Prodromidis e Pablo García Bachiller (IRI).

O Dia da Escultura e (não)monumentalidade considera a escultura como uma prática material e política através da qual se podem cartografar territórios, memórias e relações de poder. Pensando a partir do mármore do Mediterrâneo e com ele, a assembleia irá escutar, manusear e conviver com a pedra, entendendo-a como uma matéria portadora de histórias de extração, trabalho, dívida, fronteiras e poder económico.

Exploraremos outras formas de conquistar e exercer poder coletivo: a partir dos escombros materiais da sociedade capitalista e da memória do antigo matadouro que hoje acolhe a Pó de Vir a Ser. As histórias deste lugar tornam-se pontos de partida para imaginar de que modos o poder pode ser reivindicado, partilhado e exercido em comum.

Através de caminhadas, encontros, processos de criação e debates coletivos, a assembleia colocará as histórias estratificadas deste lugar em diálogo com questões sobre quem tem o direito de falar, ocupar e moldar o espaço público. A escultura torna-se um encontro situado entre matéria, memória e ação coletiva, abrindo formas de cartografar Évora e o Alentejo a partir do chão.

23 DE OUTUBRO

16:00–19:00 · Raio da Raia! – Sociedade Harmonia Eborense

Publicar em torno da raia. Conversar através dos livros

A Ligeira Dificuldade de Ser Espanhol & A Fatal Tristeza de Ser Português

Rui Silva

A Ligeira Dificuldade de Ser Espanhol & A Fatal Tristeza de Ser Português é um pequeno ensaio sobre guias de viagem que analisa, nos planos discursivo, textual e iconográfico, guias publicados sobre Portugal e Espanha entre as décadas de 1930 e 1980.

O livro surge na sequência de duas exposições realizadas no Porto (2022) e em Madrid (2025), e contrapõe os guias elogiosos, promovidos pelas ditaduras ibéricas, a textos cáusticos e satíricos, editados em França. Também revela como ambos os países utilizaram o turismo como instrumento económico e de propaganda, projetando uma imagem internacional favorável e transformando realidades políticas e sociais complexas em representações idealizadas.

Entre estereótipos e ironias, descobrimos que, para os ingleses, «o povo português vive de bacalhau e de sonhos» e que «Espanha preserva o homem […] com essa liberdade que só os povos prisioneiros são capazes de sentir». O ensaio problematiza o modo como estes mitos foram incorporados nas identidades nacionais e ritualizados no quotidiano como uma espécie de fé folclórica.

Tula Fernández · Estrella del Norte, 2025

Lisboa, 25 de abril de 1974. Enquanto o país rompe com décadas de ditadura, Pedro Araujo reconhece entre a multidão uma mulher do seu passado: María Paula Cortés, símbolo de resistência e figura central na sua própria história.

Duas vidas marcadas pela luta e pelo amor entrecruzam-se no momento mais decisivo da história de Portugal. Em Cinco Cartas Portuguesas, Tula Fernández narra uma história de amor e memória, de ideais partilhados e caminhos que se bifurcam. Um romance sobre o que permanece, mesmo após anos de ditadura, distância e silêncio.

Conspiraciones transfronterizas

Armando Juntas, Território (Andy Luengo e Pat Naharro Aguilar, Cáceres), Tula Fernández (Ceuta), Miriam Bachiller Luque (La Línea de la Concepción, Cádiz) e Rui Silva (Porto). Acompanhamento de Sara Buraya Boned e Pablo García Bachiller (IRI).

Esta assembleia aberta propõe uma reflexão sobre a colaboração cultural entre territórios e as conspirações internacionais enquanto horizonte político. Esta colaboração permitir-nos-ia criar, expandir e fortalecer uma rede de alianças transfronteiriças no quadro simbólico da fronteira luso-espanhola, a mais antiga e estável da Europa. Procuramos deslocar o olhar da visão securitária, violenta e excludente da “Fortaleza Europa” e abrir-nos, em contrapartida, ao tecido mais matizado, humano e sensível da fronteira.

Este é um convite aberto a “conspirar” em conjunto: a tecer novas alianças internacionais, intergeracionais e interespécies entre o Alentejo e a Extremadura, e para além destas regiões.

Da Raia alentejano-extremenha a Ceuta ou La Línea, territórios fronteiriços de violência e despossessão, mas também de solidariedade e insurgência política. Queremos recuperar a história das relações passadas e, ao mesmo tempo, imaginar novas relações. Desejamos reunir agentes culturais ativos na região que se sintam interpelados por este apelo.

Queremos questionar a ideia, tantas vezes repetida, de que os espanhóis viram as costas a Portugal. Sobretudo porque isso simplesmente não corresponde à realidade: somos muitas pessoas — portuguesas e espanholas — as que olham umas para as outras, se reconhecem e desejam a fraternidade e a sororidade que os nossos povos merecem.

24 DE OUTUBRO

11:00–12:00 · Cooperativismo nos comuns territoriais – Pó de Vir a Ser

A mesa-redonda sobre cooperativismo nos comuns territoriais, com Margarida Mendes e Joaquim Moreno, aproxima ecologia e território para investigar o cooperativismo nos comuns territoriais.

Partindo de investigação de campo em zonas húmidas e rios de todo o Portugal, Margarida Mendes propõe na sua intervenção um espaço para pensar as relações entre comunidades, materiais e fluxos de distribuição que se estabelecem através deles. As suas observações empíricas cruzam-se com investigações de cientistas e experiências relatadas por habitantes locais e guardiões dos rios, numa confluência de perspetivas entre ciência, ativismo e justiça ambiental, e com o trabalho que desenvolveu com o coletivo Natural Contract Lab ao longo da última década.

A apresentação de Joaquim Moreno sobre cooperativismo aprofunda os modelos cooperativos enquanto formas alternativas de organização territorial assentes na propriedade coletiva e na governação partilhada. Em conjunto, as duas apresentações convidam-nos a pensar a ecologia e o território como questões entrelaçadas de produção do comum, governação e justiça espacial, e não como domínios separados.

12:00 · Apresentação do mural pintado durante a semana

Esta pintura mural sobre uma tela de cinco metros é concebida como um documento vivo dos cinco dias do encontro Raio da Raia!. Mais do que um registo linear, a tela transforma-se numa prática coletiva viva, dando lugar a um fazer afetivo-político a partir das ferramentas de Taring Padi.

Taring Padi é um coletivo de artistas indonésio fundado em 1998 por um grupo de estudantes de arte progressistas e ativistas, em resposta às convulsões sociopolíticas vividas na Indonésia durante o período da Reformasi. Protestos de rua, oficinas de xilogravura, carnavais artísticos e exposições em espaços não convencionais são práticas características da produção coletiva de Taring Padi. Diversas alianças políticas ad hoc, comunidades agrícolas e piscatórias, bem como os seus próprios contextos locais, são lugares onde Taring Padi trabalha e aprende em conjunto. Faixas, cartazes xilogravados e marionetas de cartão, assim como o popular grupo musical Dendang Kampungan, são fórmulas artísticas através das quais Taring Padi agita, educa e se organiza a si próprio, à sua comunidade e às diversas ações de solidariedade em que participa.

16:30 · Plenário final — Festa

Esta assembleia aberta encerrará Raio da Raia! — uma topia em curso, procurando sintetizar as aprendizagens e as estratégias coletivas destes dias e pensar, em conjunto, como poderemos continuar a colaborar, a coordenar-nos e a conspirar nos próximos anos.

Fechamos com uma festa-convívio!

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INTERVENÇÕES ARTÍSTICAS COLETIVAS

Oficina de estampagem de t-shirts com Taring Padi

21 de outubro – 10h00 -13h00

– trazer uma t-shirt branca ou de cor clara, para impressão-

Uma oficina prática de estampagem de T-shirts, na qual as pessoas participantes aprendem técnicas de impressão e transferência e criam a sua própria peça, do início ao fim, enquanto ferramentas para a nossa autoprodução coletiva. A oficina abre uma linguagem comum em Raio da Raia! através de um ato criativo coletivo que parte das ferramentas de Taring Padi para organizar, educar e agitar.

inscrições para geral@podeviraser.pt

Manhãs na Pó de Vir a Ser

20-24 de outubro

Pintura mural sobre uma tela de cinco metros – TARING PADI

Esta pintura mural sobre uma tela de cinco metros é concebida como um documento vivo dos cinco dias do encontro Raio da Raia!. Mais do que um registo linear, a tela transforma-se numa prática coletiva viva, dando lugar a um fazer afetivo-político a partir das ferramentas de Taring Padi.

Ações artísticas em curso – IRI

Derivas, pensamentos e materialidades para a ação escultórica.

Uma conversa aberta sobre o poder das pedras, a história da escultura, a arte e a cultura para imaginar ações coletivas possíveis. Estamos abertas ao que acontecer entre as materialidades e os corpos no espaço diante de nós.

14.10.2026 | by martalanca | Institute of Radical Imagination

Dafne Editora, Outono 2026: Quatro títulos, dois lançamentos, uma tradução e um prémio

A Dafne Editora destaca quatro títulos neste outono, entre lançamentos, traduções e prémios. Livros diferentes entre si, como tem sido regra desde 2003, quando esta editora de vão-de-escada começou a publicar regularmente em português, a partir do Porto.
O primeiro destaque vai para Fearless Forms, Fearful Concrete, a tradução inglesa de Novela Bufa do Ufanismo em Concreto, de André Tavares, arquitecto e coordenador da Dafne Editora, publicada pela editora suíça Park Books, uma referência internacional na edição de arquitectura, urbanismo e cultura arquitectónica. Dado à estampa pela primeira vez em 2009, o livro chega agora aos leitores internacionais numa nova edição em inglês, apresentada a 30 de Setembro, na livraria da Architectural Association, em Londres. Uma incursão pelas curvas e contracurvas da construção em betão armado – dito «concreto» no Brasil – a nova edição inclui o apêndice The Cold Case, onde alguns mistérios por resolver no enredo original são retomados à luz de novas evidências. O livro volta ao Porto a 23 de Outubro, pelas 19 horas, no Teatro do Campo Alegre, numa viagem musical por estas páginas da arquitectura brasileira, com Álvaro Teixeira Lopes ao piano, leitura de André Tavares e a participação especial de Susana Menezes.
Juntam-se dois reconhecimentos recentes: Livro de Obra — O edifício d’A Nacional nos Aliados, de Cristina Guedes, Francisco Vieira de Campos, Francisco Ascensão e André Tavares, foi um dos 24 seleccionados para a BIAU 14 – Bienal Ibero-Americana de Arquitectura e Urbanismo, na categoria Publicações. Isto depois do livro Dança Fora de Si: A Obra Coreográfica de Marlene Monteiro Freitas, de Alexandra Balona, desenhado pelo estúdio Macedo Cannatà, ter merecido o Prémio Design de Livro 2026, pela Direcção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas.
Em Outubro, a Dafne Editora apresenta ainda Territórios da Transgressão – Arquitectura e Lei, de Lucinda Correia, um livro que nasce do podcast transmitido pela Rádio Antecâmara e que reúne mais de uma dezena de vozes sobre arquitectura, lei e cidade, entre as quais Helena Roseta, Paulo Pereira, João Gomes da Silva, Guilherme Carrilho da Graça e outros. Os lançamentos acontecem a 24 de Outubro, em Lisboa, na Antecâmara Galeria, e a 31 de Outubro, no Porto, no Instituto, com a presença de vários convidados.Completa a agenda de Outono a monografia dedicada a Januário Godinho da autoria do arquitecto Domingos Tavares, professor emérito na Faculdade de Arquitectura do Porto e fundador da Dafne Editora. Nascido em 1910, Godinho foi um dos principais arquitectos da praça do Porto e um dos mais singulares autores da sua geração, a sua obra construída deu forma e sentido a muitas cidades em Portugal. Este livro de capa dura e profusamente ilustrado apresenta o seu trabalho a um público alargado. Com pré-venda a partir de Outubro e lançamento marcado a 24 de Novembro, no Porto.
Dafne – figura mitológica que simboliza o aproveitamento das virtudes dos homens para a construção de um mundo mais belo – é uma editora em actividade há 23 anos, com base no Porto. Os seus livros distribuem-se por cinco colecções: Sebentas de História da Arquitectura Moderna, série de monografias que percorrem o ciclo da arquitectura clássica; Equações de Arquitectura, conjunto de publicações de amplo espectro temático; Opúsculos, ensaios de 26 autores, disponibilizados gratuitamente online; Imago, dedicada a aspectos da teoria da imagem, com base na tradução de autores relevantes; e Fora de Série, que explora formatos menos convencionais.


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— AGENDAOUTLivro de Obra – O edifício d’A Nacional nos AliadosCristina Guedes, Francisco Vieira de Campos, Francisco Ascensão, André tavaresSelecção BIAU 14 – Bienal Ibero-Americana de Arquitectura e Urbanismo
SEX, 23 OUT, 19HBetão Concreto – Uma viagem musical às páginas da arquitectura brasileiraLeitura de André Tavares e Susana Menezes, com Álvaro Teixeira Lopes ao pianoTeatro do Campo Alegre, Porto
SÁB, 24 OUT, 17HTerritórios da Transgressão – Arquitectura e LeiLucinda CorreiaApresentação do livro por Ana Queiroz do Vale e Paula CastroAntecâmara Galeria, Lisboa
SÁB, 31 OUT, 16H30Territórios da Transgressão – Arquitectura e LeiLucinda CorreiaApresentação do livro por Helena Amaro e Fernanda Paula OliveiraInstituto, Porto
SÁB, 24 NOV, 18H30Januário Godinho – Arquitecto ModernoApresentação do livro por Domingos TavaresCasa Comum, Porto

14.10.2026 | by martalanca | Dafne Editora